Portugueses reformados vivem mais no Luxemburgo

Os reformados portugueses no Luxemburgo apresentam uma esperança de vida superior à de outros grupos analisados, segundo um estudo realizado a pedido da Câmara dos Deputados.

A análise aponta para uma vantagem de cerca de três anos entre os homens e 7,6 anos entre as mulheres. Os investigadores sublinham, contudo, que estes resultados mostram uma associação estatística e não permitem concluir que a nacionalidade seja a causa direta da maior longevidade.

Também os homens reformados com as pensões mais elevadas vivem, em média, cerca de seis anos mais do que aqueles que recebem as pensões mais baixas, revela um estudo sobre a longevidade no Luxemburgo.

 


Fraude na Autoridade de Imigração: o que três sentenças revelam sobre o escândalo

Três sentenças revelam novos detalhes sobre o escândalo de corrupção na Autoridade de Imigração do Luxemburgo, que envolve mais de 200 casos e 27 pessoas acusadas.

Nos três processos, dois cidadãos montenegrinos e um sérvio obtiveram autorizações de residência após apresentarem diplomas, certificados de língua e comprovativos profissionais falsificados.

Os três foram condenados a 12 meses de prisão, com pena suspensa, após admitirem o uso de documentos falsos. As condenações dizem respeito apenas à falsificação de documentos, não a corrupção ou branqueamento de capitais.

As investigações abrangem alegadamente funcionários públicos, empresários, intermediários e requerentes, num esquema que poderá envolver subornos entre 4.000 e 10.000 euros. O caso terá também despertado o interesse dos investigadores pelos antigos e atuais responsáveis políticos pela imigração.

 


Vítima agredida por 15 a 20 pessoas em Dirkirch corre perigo de vida. Polícia investiga

A polícia lançou um apelo a testemunhas na sequência de uma altercação ocorrida na madrugada do dia 19 de julho, em Diekirch, na qual uma pessoa foi agredida por um grupo de 15 a 20 pessoas.

Segundo as primeiras informações, uma briga eclodiu por volta das 3h45, nas imediações da sala Al Seeërei, quando um grupo de 15 a 20 pessoas agrediu uma única pessoa. A vítima sofreu ferimentos graves e teve de ser levada para o hospital, correndo perigo de vida. 

As autoridades lançam um apelo a testemunhas, pedindo-lhes que disponibilizem eventuais fotografias ou vídeos do incidente através da plataforma de troca de imagens e vídeos da polícia. Qualquer outra informação sobre o caso deve ser transmitida ao Serviço de Polícia Judiciária, através do e-mail spj.ip-info@police.etat.lu.


Quatro feridos em acidentes de viação

Quatro pessoas ficaram feridas na tarde e noite de terça-feira em acidentes de viação. De acordo com a Corporação Grã-Ducal de Incêndio e Socorro (CGDIS), um deles ocorreu na autoestrada A13 (Biff-Sanem), pouco depois das 17h, quando uma viatura bateu contra um camião, causando um ferido.

Por volta das 17h40, a rue Joseph Kieffer, em Esch-sur-Alzette, foi palco de uma colisão entre duas viaturas. Uma pessoa sofreu ferimentos.

Cerca das 21h30, um ciclista sofreu uma queda e ficou ferido na rue Antoine Zinnen, em Dudelange, ao passo que menos de uma hora depois outra pessoa sofreu ferimentos na RN 05 (Grevelsbarriere-Dipach), na sequência de um choque entre duas viaturas.

 


Mais de 400 detidos incluindo 156 menores devido a incêndios em França

Mais de 400 pessoas, incluindo 156 menores, foram detidas por suspeita de ligação aos incêndios florestais em França, que já queimaram cerca de 120 mil hectares desde o início do verão.

Segundo o ministro do Interior, Laurent Nuñez, foram registados 14.540 focos de incêndio, embora a situação esteja a melhorar. As autoridades continuam, contudo, em alerta devido às condições meteorológicas favoráveis à propagação das chamas.

A França bateu este ano o recorde de área ardida dos últimos 20 anos. A seca prolongada e as recentes ondas de calor, agravadas pelas alterações climáticas, contribuem para o aumento do risco de incêndios.


Detenção de migrantes durante Governo Trump nos EUA atinge nível mais alto

Mais de 50.000 migrantes foram detidos pelas autoridades norte-americanas em julho, o número mais elevado desde o início do atual mandato de Donald Trump, segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS).

O aumento ocorre com a intensificação das operações do Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE), que pretende alcançar 2.000 detenções diárias. Em junho, tinham sido registadas cerca de 43.000 detenções.

Os dados surgem em meio a críticas de organizações de direitos humanos às políticas migratórias da Administração. Um estudo da Universidade do Colorado indica que apenas 34% dos detidos pelo ICE desde janeiro de 2025 tinham condenações criminais.

Texto: Redação | Lusa | Foto: Shutterstock